Salto para o Futuro

Segunda e quarta,
TV Escola - 18h

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SALTO PARA O FUTURO: uma trajetória de diálogo

O ano era 1991... Na noite de 1º de agosto foi ao ar pela TVE Brasil a primeira edição do “Jornal da Educação - Edição do Professor”, uma experiência piloto de educação a distância, com recepção organizada em seis estados do país. Em 1992, já com abrangência nacional, o programa passou a se chamar Um Salto para o Futuro. Em 1995, denominando-se Salto para o Futuro, foi incorporado à grade da TV Escola (canal do Ministério da Educação).

O Salto, como se tornou conhecido entre os professores, desde a sua concepção inicial teve como proposta ser mais do que um programa de televisão, conjugando recursos como textos de apoio (boletim) e canais de comunicação direta: caixa postal, fax, telefone e mais recentemente a Internet, tudo isto visando tornar possível a interatividade com os professores reunidos em espaços de recepção organizada (telessalas) em que, com a mediação de um orientador de aprendizagem, os cursistas discutiam e participavam com questões que se tornaram constitutivas do debate com especialistas.

Por meio do Salto, propostas pedagógicas da atualidade foram discutidas, em séries temáticas.

O objetivo dos debates sempre foi trazer diferentes tendências no campo da educação e, assim, contribuir para a reflexão da prática em sala de aula, tanto nas áreas do conhecimento que integram o currículo quanto nas questões que expressam a diversidade da sociedade.

O programa teve, até 2008, uma especificidade: sendo diário e ao vivo, sua estrutura foi pensada para a participação, em tempo real, dos professores, organizados em telessalas, nos mais diversos pontos do país, permitindo assim um diálogo permanente com outros programas do MEC, com a própria programação do canal e com os mais variados projetos no campo da Educação contemporânea.

A característica que mais se destacou no programa foi a de preservar a dimensão do diálogo como espaço de interações tão ricas quanto imprevisíveis. E foi justamente este aspecto – a interatividade – que tornou o Salto um programa que, a cada dia, era feito com a participação dos professores.

O que podemos destacar de um projeto de formação de professores que se constituiu como um processo interativo? Por um lado, como essa participação interferiu na concepção dos programas? E, por outro lado, de que forma a discussão que sempre teve lugar ao longo das séries se refletiu na prática dos professores?

Esse é um processo, em permanente construção. As telessalas mostraram-se um espaço que extrapolou a mera recepção dos programas. Foram múltiplas as trocas que se estabeleceram a cada dia, e que se prolongaram em outros espaços de atuação do professor: a comunidade, a escola, a sala de aula...

Desde a sua criação, em 2000, a página do Salto tem mostrado seu potencial de se tornar um grande fórum de discussão. Enquanto o programa de televisão destacou-se pelo registro de experiências em escolas e outras instituições, pelas entrevistas com renomados educadores, pela atualidade na abordagem de temas considerados imprescindíveis no cenário da educação brasileira, em sua diversidade e riqueza, o site firmou-se como mais um canal de diálogo.

Em 2009, no momento em que atinge a maioridade (18 anos ininterruptamente no ar) o Salto para o Futuro, sem se distanciar da sua filosofia original, investiu em um novo conceito, incorporando as possibilidades que as tecnologias digitais interativas apresentam, assumindo um novo formato.

Em 2013, esse formato se atualiza e passa a contemplar dois programas semanais: Salto revista e Salto debate, exibidos semanalmente em duas temporadas, de abril a junho e de setembro a novembro, de edições inéditas.

Mais uma vez, o Salto mudou, porque educação é mudança!

Rosa Helena Mendonça
Supervisora pedagógica

Chamadas

Entrevistas

Adriano Nogueira

Adriano Nogueira

   Série: Cultura viva, Escola viva
   Tema: "Desesconder um Brasil"
   Realizada em: 20/02/2009

Twitter #saltoparaofuturo