As catástrofes naturais e a mídia

fragilidade do ser humano diante das catástrofes naturais faz com que furacões e terremotos sejam um eterno pesadelo. Nas páginas dos jornais e na tela da TV essas catástrofes têm lugar garantido. Mas qual é o tipo de cobertura ideal para essas situações? Como manter o equilíbrio em meio a um cenário de horror, sem se deixar levar pelo sensacionalismo?

As catástrofes naturais e a mídia é o tema do Observatório da Imprensa da próxima terça-feira (9), que vai também tocar em outro ponto polêmico. A mídia brasileira tem “fôlego” para uma cobertura de peso em casos como o dos terremotos do Haiti e do Chile? Ou a avalanche de novas informações e até mesmo de novas tragédias acaba fazendo com que o que era matéria de primeira página em uma semana, se esconda em pequenos espaços de páginas internas, dias depois?

Para aprofundar o debate, o programa ouviu o psicanalista Luiz Alberto Py e contará com a participação, ao vivo, da repórter Luciana Lima (Agência Brasil); do repórter fotográfico Alan Marques (Folha de São Paulo) e do professor de ética e filosofia, Renato Janine Ribeiro (USP).

Editor-chefe e apresentador Alberto Dines.
Realização TV Brasil.
Horário: Terça, às 23h.



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