Curtas do 2º Concurso

A casa do mestre André (DF)

Dois palhaços tentam tocar em lugares públicos para “correr o chapéu” e são impedidos por um guarda. Nenhuma das suas manhas tradicionais é suficiente para comover o policial, que apanha seus instrumentos.

Desolados, vagam pela periferia da cidade e se surpreendem ao verem a musicalidade renascer de objetos abandonados e da própria natureza. Andando pelas ruas, são atraídos pelos sons da Loja do Mestre André e ali descobrem a possibilidade de reinventar seus instrumentos e reconquistar o público.

A liberdade, a criatividade e a alegria vencem a repressão, a carranca e a intolerância.

Direção e Roteiro: Leo Sykes
Fotografia: Waldir Pina
Direção de Produção: Beth Curi
Produção: Marcio Curi
Um filme do Circo Teatro Udi Grundi


Archivos impossibles -Alex Sartori e o dono do mundo (RJ)

Num futuro “tecno-brega-decadente”, infestado de mutantes alienígenas, robôs obsoletos e andróides de última geração, os agentes da lei e da ordem não tem tempo a perder com crimes sem pé nem cabeça.

Para isso, existe a “Divisão de Casos Absurdos” e seu agente Alex Sartori, encarregado de resolver os mais inusitados, extraordinários e obtusos mistérios.

Siga nosso herói através de ruas sombreadas por mega-viadutos, arriscando a vida entre prédios abandonados, tendo sempre ao lado seu fiel robô Kronski. Mergulhe numa estória que mistura a linguagem dos quadrinhos, bonecos e desenhos animados em clima “noir”.

Acompanhe Alex Sartori na solução do caso “O Dono do Mundo” - uma aventura possível de ARCHIVOS IMPOSSIBLES.

ELENCO
Alex Sartori - Gil Hernandez
Kronski - Fabio Lago
Professor Lakrão - Rogério (Ro) Favilla
Coronel Pirueta - Marcos Barreto
Dr. Atlas Furtado - Rogê Gobeth
P.I.O. - Fabiano Costa
Mutante do tempo - Chiara Pascotini

Direção - Ricardo Favilla
Produtor - Paula Alves
Direção de Produção - Patricia Bárbara
Direção de Fotografia - Araken Lopes
Direção de Arte - Rafael Targat
Assistente de Arte - Débora Mazloum
Técnico de Som - Álvaro Correia
Maquiagem - Mauricio Puiatti
Figurino - Leonardo Boaventura
Assistente de Direção - Tati
Assistente de Elenco - Raquel Duarte
Montagem - Guilherme Guerreiro e Gualter



As coisas que moram nas coisas (SP)

As coisas que moram nas coisas é baseado em obra de Manoel de Barros, poeta de Cuiabá, que incorpora as sobras da sociedade capitalista nas suas poesias, buscando encontrar a beleza nas coisas descartadas.

O curta-metragem une a narrativa cinematográfica a uma manifestação contra a exploração infantil, já que as crianças, filhos de catadores de lixo, são exploradas pelos seus pais.

“O filme ajuda a pensar o tema e é um reflexo de nosso posicionamento político, já que fazer filmes é a nossa maneira de se relacionar com o mundo”, afirmam os diretores.

Mas, o curta também tem um contorno poético forte. Para as três crianças que trabalham com os pais catando lixo, uma lata pode virar uma lanterna, ou um pente velho, uma coroa. Mantendo a coerência com uma das máximas do poeta – “é preciso atrapalhar as significâncias” –, , Ginho e Cacá brincam, inventam e criam. Resta aos pais serem contagiados com a brincadeira dos filhos e criar novo paradigma.

“Metaforicamente a sociedade está jogando no lixo a possibilidade de valorizar coisas simples e importantes”, concluem Bel Bechara e Sandro Serpa, que são responsáveis pela direção, roteiro, produção, direção de fotografia e montagem do curta.

Trabalhando juntos há dez anos e premiados por curtas-metragens em festivais pelo país, a dupla faz questão de ressaltar: “É muito bom fazer um curta já sabendo que ele tem espaço numa rede de TV pública com uma grade pensada para esse tipo de trabalho, com divulgação e tudo!”.

Direção, roteiro, produção, fotografia e montagem: Bel Bechara e Sandro Serpa
Elenco:
Jesser de Souza, Raquel Scotti Hirson, Luciana Arruda, Lucas Arruda, Gabriel Fantini e Robson Emílio.
Produção da Macondo Filmes em parceria com a TV Brasil e Ministério da Cultura.


Atrás dos olhos de ressaca (RJ)

O Velho do Restelo, personagem dos Lusíadas, de Luis de Camões, se apaixona por Capitu, personagem de Don Casmurro, de Machado de Assis, e foge do livro pra encontrar com a amada. Ela não quer nada com o Velho e foge de seu livro também.

Perturbado com o acontecido, Machado entra numa sala de bate-papo na internet pra encontrar Camões, pra que, juntos, possam encontrar seus personagens e devolvê-los a seus livros.

No cyberespaço, Machado de Assis encontra nossos três heróis – a Duda, o Nando e o Zeca – que ajudam os escritores e um professor muito gente boa a desvendar este grande mistério.

Elenco:
Sérgio Malheiros
Guilherme Vieira
Maria Luiza Rodrigues
Luiza Casé
Lia Racy
Kika Werner

Elenco especial:
Bruno Mazzo
Emilio Orciollo Netto

Roteiro: Juliano Díaz
Produção: Augusto Casé
Direção: Walmor Pamplona
Som: Jorge Saldanha
Direção de arte: Joanna Ribas
Direção de fotografia: Flavia Ferria
Trilha: Luis Felipe Lima



Cada um com seu cada qual (RJ)

O cantor e compositor Lenine, pela primeira vez interpreta um papel em película, o de Gentilenine, inspirado no Profeta Gentileza – Gentileza gera gentileza, no curta Cada um com seu cada qual.

A diretora do curta-metragem Flávia Castro diz que Lenine sempre admirou o profeta fluminense e que ela escreveu o papel para Lenine, porque é fã do pernambucano: “Acho Lenine a cara do Rio. Porque a cara do Rio, é essa mistura de sotaques, cores, sons e imagens, presentes no filme de várias formas”.

Cada um com seu cada qual espelha o visual de novos grafiteiros, como Piá, diferente do antigo traço que se espalhava pelo concreto da cidade, nas frases de Gentileza. Como Gentilenine , Lenine é um catador de papel que dá de presente uma velha caixa de papelão para a protagonista, Camila, uma menina de 8 anos. Para sua surpresa, ela encontra uma câmera mini DV no fundo da caixa e aí começa sua aventura.

– O filme oscila entre o lúdico, com a presença mágica do catador de papel, e o realismo de uma situação típica da idade de Camila, na qual todas as crianças se reconhecem - ressalta Flávia.

“Na escola, tem sempre a figura do ‘mandão', e filmando, Camila se rebela e acaba descobrindo que pode ser muitos, inclusive ela mesma!”, explica a diretora.

Além das participações de Bianca Byington e de Flávio Bauraqui, outro da turma do “bem” que participou do filme foi o rapper B Negão, que interpreta a canção-tema, composta pela própria Flávia e pelo músico Chiquinho de Assis, assim como a jovem estilista Marciana que confeccionou o figurino do Gentilenine.

Direção: Flávia Castro
Elenco: Lenine, Bianca Byington, Flávio Bauraqui e B Negão.


Cine cabana (SP)

Cine cabana é a história de três crianças que brincam de cinema fazendo histórias em quadrinhos como se fosse filmes.

Tat, Bruno e Lucas de aproximadamente 8 anos de idade, possuem no quintal de uma casa uma cabana. Esta cabana é dividida em duas partes: uma é a sala do auditório e a outra é a sala de projeção. O único contato entre a sala do auditório e a sala de projeção é uma pequena janela de 10cm p/ 7cm.

As três crianças pegam rolos de papel de extrato bancário, dividem em vários quadros e desenham histórias em quadrinhos para ser passado no Cine Cabana para os amigos de escola. Os três fazem as falas, narrações, efeitos sonoros e a trilha sonora dos filmes em quadrinhos.


O curta começa com desenhos em quadrinhos, desses desenhos a câmera vai abrindo até identificar que os três estão numa mesa em frente ao Cine Cabana criando mais uma história nos rolos de papel de extrato bancário, pra ser passado em seu “cinema”. Em alguns momentos os desenhos em quadrinhos são fundidos em imagens reais tendo como atores eles mesmo.

Numa das sessões, na metade de uma das histórias em quadrinhos, Tat aperta play pra mais uma trilha sonora e a tomada entra em curto. O Cine Cabana começa a se incendiar. Bruno e Lucas tentam apagar o fogo, mas é em vão, Tat em desespero rasga o papel de extrato pra avisar os colegas que estão na sala do auditório. Todos se salvam, porem o Cine é destruído.

Tat, Bruno e Lucas estão tristes em frente ao que sobrou do Cine Cabana. Dessa cena a imagem é fundida em desenho, câmera vai abrindo até identificar uma mesa no quintal com Tat Bruno e Lucas, criando toda esta história, no rolo de papel de extrato.
Atras deles, o Cine Cabana intacto.

Direção e Roteiro: João Cunha
Fotografia: Fernanda Riscali
Produção Executiva: Ralph Friedericks
Direção de Arte: João Cunha
Elenco: Micelle Giudice, Giovani Pona e Gabriel Corvicchit,
Realização Ralph Friedericks Produções


Era uma vez um índio Carijó (RJ)

Musical que explora o encontro da cultura européia com a indígena de forma criativa e alegórica. No primeiro encontro dos franceses com os Carijó, encantam os índios com a música.

O protagonista é o pequeno Marcelo, índio Guarani da tribo Araponga. O violoncelista David Chew interpreta o chefe francês. No final, os europeus trocam o violoncelo, violino e acordeão por maracás e paus de chuva.

Direção: Regina Abreu e Noilton Nunes



Maré Capoeira (RJ)

Maré é o apelido de João, menino de dez anos que nasceu nas ondas do som do  berimbau e sonha ser mestre de capoeira como seu pai. Ele quer dar continuidade à tradição familiar que atravessa várias gerações.

Misturando ficção e documentário, o curta-metragem, que tem 15 min, conta uma história de amor e guerra.

O filme é divertido e cria boas situações durante as gravações, quase todas em uma roda de capoeira.

Paola Barreto Leblanc, diretora do filme, dirigiu outros dois premiados curtas infantis, O sumiço do amigo invisível, (2002)e O filme dos porquês, (2003), exibidos em Barcelona, Miami, Buenos Aires, Montevidéu e Santiago, entre outros festivais.

Premiado pelos júris infantis de Oberhausen e Hamburgo e pelo Festival Nueva Mirada de Buenos Aires, Prêmio Curta Criança - Minc/ TVE 2005. O curta já foi selecionado para mais de 20 festivais internacionais e foi finalista do Prêmio Itamaraty de Cinema.

Direção: Paola Barreto
Elenco: Felipe Santos da Conceição.
Filmado no Rio de Janeiro no largo de São Francisco da Prainha, Praia de Copacabana, Posto 6 em agosto de 2005.


Meus Amigos chineses (RJ)

Através de suas duas paixões, o futebol e a coleção de selos, um menino de 9 anos conhece seus vizinhos chineses, num edifício do Rio de Janeiro. Com o golpe militar de 1964 os chineses são presos. Filme baseado numa história real.

Diretor, roteirista e montador - SERGIO SBRAGIA
Produtora executiva - ALVARINA SOUZA SILVA
Diretor de fotografia e câmera - ANTONIO LUIZ MENDES
Direção de arte - HELENA DE LAMARE
Figurinos - PAULO BARBOSA
Som direto - JOSÉ M. LOUZEIRO



O farol de Santo Agostinho (RJ)

O filme conta a história de um menino (Pedro Malta) que vai para um colégio interno e é atormentado pelo fantasma do comandante de um navio ( Anselmo Vasconcellos ) que afundou perto da escola.

Ele precisa acender o farol e evitar o naufrágio. Para isso, volta no tempo entrando numa pintura do acidente. O filme conta com a participação da atriz Rita Guedes.

Direção: Marco Schiavon.
Elenco: Pedro Malta, Anselmo Vasconcellos e Rita Guedes



O mistério do Boi de Mamão (SC)

Filme de aventura e suspense que envolve um grupo de crianças, futebol e a brincadeira do Boi de mamão da Lagoa da Conceição, em Florianópolis.

Deni e Lurdinha se encontram cedo no campo de futebol onde a turma está treinando, e mais uma vez, ele não está jogando... Mas não faz mal, hoje é um dia muito importante para Deni: Ele vai ao estádio ver pela primeira vez o seu time do coração, o Avaí, jogar com um time de fora!

Mas quem fará o cavalinho no lugar dele na brincadeira do Boi de Mamão na pracinha no final do dia? A partir daí a aventura começa e Deni viverá o melhor dia de sua vida.

Direção e Roteiro: Luiza Lins
Produção Executiva: Lícia Brancher
Direção de Fotografia: Marx Vamerlatti
Direção de Produção: Ana Fonte
Direção de Arte: Valeska Bittencourt
Assistente de Direção: Marco Martins
Preparação de Elenco Infantil: Marisa Naspolini
Som Direto: Léo Gomes
Edição: Lucas Barros
Música: Marcelo Muniz

Elenco:
Lucas Krupacz Leal (Denner) e Rafaela da Rocha de Barcelos (Lurdinha); Renato Turnes; Gláucia Grígolo; Geraldo Cunha; Maurício Bosco; Nazareno Pereira; Andréa Rihl; Raul Ferreira; Sérgio Murilo e as crianças Antônio Lins Faganello, Catarina Lins Antunes de Oliveira, Cecília Brancher de Oliveira, Denner Sérgio da Conceição, Elton Jozino, Herick de Pinho, Julian dos Santos, Leonardo Mario Medeiros, Luiz Felipe da Silva.


Participação Especial: Boi de Mamão Esperança e Escolinha de Futebol da Lagoa.


O rapto das cebolinhas (RJ)

O RAPTO DAS CEBOLINHAS, é a peça de Maria Clara Machado mais representada por grupo amadores do mundo todo, deu origem ao filme de curta-metragem O RAPTO DAS CEBOLINHAS, produzido por Canto Claro Produções Artísticas.

O curta-metragem O RAPTO DAS CEBOLINHAS traz para crianças de todas as idades e todas as nacionalidades a magia desta autora infanto-juvenil de renome internacional.

Sinopse
O Coronel cultiva em seu sítio três preciosos pés de cebolinha vindas da Índia. Quem toma o chá destas cebolinhas tem garantia de vida longa e alegria.

Quando uma cebolinha é roubada da horta o Coronel contrata o Detetive Camaleão Alface para descobrir quem é o ladrão. Maneco, neto do Coronel, desconfia do detetive, se disfarça de espantalho e surpreende o falso detetive quando ele tenta roubar os dois outros pés da preciosa cebolinha.

Exultante, o Coronel agradece ao neto e entrega o Camaleão para que os médicos possam estudar a sua ruindade. Volta a paz no sítio do coronel e todos tiram uma gostosa soneca.

Roteiro e direção: Antonio Carlos da Fontoura
Fotografia: Andrea Capella
Música: Pedro Cintra
Montagem: Sergio Sbragia
Elenco: Andre de Biase, Aimee Campos, Onaldo Machado, Gero Bandi, Nelmo Dias
Produção: Canto Claro Produções Artísticas e TVE Brasi


O sapo (RJ)

Para se aproximar da garota de seus sonhos, o pequeno Lucas vai ter que viver um papel muito curioso.

Roteiro/Direção - Adolfo Sarkis
Produção Executiva - Pedro Maranhão
Direção de Produção - Munique Cruz
Fotografia/Camera - Paulo Camacho
Direção de Arte - Gisela Cardoso
Montagem - Michel Cardoso
Som direto - Leonardo Bastos
Trilha Sonora - CLower Curtis
Produtora de Elenco - Maria Clara Guim
Edição de Som - Francisco Slad
Elenco - Felipe Latgé, Isabela D´lamare e Ernesto Piccolo (convidado especial)


O sumiço dos Dós (SP)

Na sala de música, o professor Muzarca está em seu piano e conversa com Mana e Tuta, duas alunas. Mana revela que hoje é aniversário de uma outra aluna, a Kika, que faz 10 anos.

Eles resolvem fazer uma festa surpresa e para isso vão ensaiar o Parabéns pra você. Mas a Kika aparece e eles dão um jeito de sair da sala sem falar com ela. Kika fica tristinha

. Dentro do velho piano moram Cupim e Cupinha, dois cupins que comem madeira. Cupincha detesta música e Cupim traça um plano sinistro para estragar a festa de aniversário da Kika. O plano consiste em roer os martelinhos que fazem soar as notas Dós.

Mais tarde, Muzarca, Mana e Tuta, vão investigar porque os dós sumiram. Eles descobrem os cupins e, depois de várias tentativas, conseguem tirá-los de lá de dentro.

No final, eles fazem a maior festa tocando o piano normalmente, mas como eles fazem isso é uma supresa que você só vai descobrir assistindo a O Sumiço dos Dós.

Direção: Roberto Machado Junior
Elenco: Marcos Sacramento, Lene Bastos, Samantha Haim, Flora Paulita, Alvaro Petersen e Fernando Gomes.
Fotografia: Rinaldo Martinucci.
Som Direto: Louis Robin
Montagem: Adriano Pessoa
Cenários e Bonecos: Beto de Souza
Músicas: Paulo Baiano
Letras: Marcos Sacramento e Roberto Machado Junior
Roteiro: Roberto Machado Junior, Marcos Sacramento, Paulo Baiano e Mathilda Kovak.
Coordenação do projeto: Daniela Buono
Uma produção: Muzarca Produções e Editora - São Paulo


O veado e a onça (MG)

A História

Sendo Veado bicho de hábitos matutinos e Onça bicho de hábitos noturnos, constroem uma casa juntos. Veado, devoto de Santo Antoninho, acredita estar sendo ajudado pelo santinho. Onça, devota de Padre Cícero, acredita estar sendo ajudada pelo Padim.

Com a casa pronta os dois se mudam e descobrem que a construíram ao mesmo tempo. Vai daí que resolvem morar juntos e dividir as tarefas.


Veado, como caça da Onça, fica apavorado em ter de dividir a casa com sua inimiga e, com medo do bote da Onça, não prega olho a noite inteira. Onça está tranqüila e dorme um sono só.

Será que vai dar certo a caça morar com o caçador?

É uma história imperdível. As peripécias do Veado e da Onça morando juntos é diversão garantida.

O Veado e a Onça, uma deliciosa história do nosso folclore, foi adaptada a partir de versões de Luís da Câmara Cascudo, Sílvio Romero e General Couto de Magalhães.

Direção, concepção e roteiro: Raquel Pedreira
Esculturas e dobraduras em papel: Raquel Pedreira
Vozes:
Cláudio Saltini - Veado e Tamanduá
Teka Queiroz - Onça
Raquel Pedreira - narração
Manipulação de bonecos: ator-manipulador Cláudio Saltini
Montagem: Victor Hugo Borges
Fotografia: Maurício Hirata F.
Música: Marcelo Bomfim Mariana
Produção executiva: Mayra Lucas e Paulo Boccato
Produção: Glaz Cinema


Picolé, pintinho e pipa (RJ)

O carro do Troca-troca esta passando em sua rua: garrafa velha, bacia velha, garrafão de vinho vazio, motor de geladeira, o moço troca por Picolé, pintinho e pipa. Alô garotada, o carro do troca-troca está passando em sua rua... o moço vai lá em cima e volta. Pedrinho, figura principal, tem 13 anos, precisa ficar em casa para cuidar de seu irmao mais novo, Juquinha de seis anos, mas os três amigos: Morcegão, Gargamel e Bebeco irão convencê-lo a ir atrás do carro do troca-troca.

Ficha Técnica

Produção Luciana Bezerra Fotografia Fabrício Tadeu Roteiro André Santinho e Gustavo Melo Som Direto Evandro Lima e Adriano Guerra Montagem Alessio Slossel

Gênero Ficção
Diretor Gustavo Melo
Elenco Ana Miranda, Arthur Bispo, Chico Santana, Diego Francisco, Henrique César, Newton magalhaes, Wallace Coutinho, Xande Alves
Ano 2006
Duração 15 min
Cor Colorido
Bitola 16mm
País
Brasil

 


Piruetas (BA)

Um neto e seu avô vêem suas rotinas se modificarem quando um circo chega na pequena cidade do interior onde eles vivem. Surpreso com a alegria repentina do avô, o menino tenta impedir a partida do circo, embarcando numa aventura de transformações, descobertas e resgate de sentimentos esquecidos.

Roteiro: Haroldo Borges / Paula Gomes
Direção: Haroldo Borges
Direção de Fotografia: Haroldo Borges
Produção Executiva / Direção de Produção: Paula Gomes
Elenco: Lucas Wilber, Fernando Neves e Annalice Mascarenhas
Gênero: Ficção
Formato: 35mm
Ano de Produção: 2006
Origem: Salvador, Bahia
Duração: 13 minutos
Coloração: Cor



Que horas são? (RJ)

O curta-metragem Que horas são? conta a história de César, um garoto que vive numa pequena cidade onde ninguém mais sabe que horas são, por causa de um forte temporal que danificou relógios e telefones.

É o último dia do ano, e para rever Luiza, a primeira paixão de sua vida, César precisa descobrir as horas para salvar a festa de Ano-Novo. Ele descobre como fazer um relógio de sol, para ajustar um velho despertador, único relógio mecânico com chances de ser consertado. E luta justamente contra aquilo que quer medir – o tempo.

“Acho que uma boa idéia, original, criativa e bem contada impressiona qualquer público.

Sua criação e de outros cineastas foi trabalhada num workshop da TV Brasil, com especialistas, inclusive do exterior, que elevou o nível dos curtas-metragens selecionados no projeto Curta Criança.

Mas, André sente falta de outros espaços para a divulgação dos filmes: “Atualmente, a internet ainda é o espaço mais popular, além dos festivais. A TV Brasil, como TV pública, dá acesso a produtos que não encontram espaço nas emissoras privadas por ideologia, preconceito ou até mesmo falta de visão”.

Elenco: Charles Pavanelli, Gustavo Santos, Letícia Medina e Cláudio Infante
Roteiro e direção: André Pellenz.

Co-produção de Marc Bechar e Limite Produções.
Produção em parceria com a TV Brasil e Ministério da Cultura.


Quem disse que ser mãe é brincadeira? (RJ)

Ana mora com os pais na cidade de Armação dos Búzios-RJ, quando decide "brincar de casinha" com as amigas Julia e Chris. Para resolver o impasse criado quando todas querem ser mãe, Cris tem uma idéia incrível: "Todas as Coisas Podem Ser Mães". Do mundo do Faz de Conta vão surgindo vários tipos de mãe: Mãe - Lua, Mãe-Fada,Mãe- Bruxa, Mãe - Sereia, e até Pai que é tipo Mãe...

Adaptação do livro Se as coisas fossem mães, da premiada escritora Sylvia Orthof. Considerada por muitos como uma das mais destacadas escritoras para crianças e jovens, depois de Monteiro Lobato, Sylvia tem 120 livros publicados por 19 editoras.